Ah, mulheres, como vos perdeis!
Como pode uma alma abandonar a si mesma em troca de conforto? Como pode trocar a própria essência pela promessa de uma vida fácil?
Onde está tua personalidade? Onde está tua voz? Onde estão os sonhos que outrora habitavam teu espírito?
Vejo-vos celebrando riquezas que não construístes, orgulhando-vos de castelos erguidos por mãos alheias. E pergunto: de que exatamente vos orgulhais?
Ah, criatura, não percebes? O dinheiro não é teu. O nome não é teu. O poder não é teu. Teu é apenas aquilo que construíste dentro de ti.
Como pode uma alma tão vasta contentar-se
em viver à sombra?
Que tristeza é ver a ambição tornar-se tão pequena.
Antes desejáveis o mundo; agora desejais apenas
alguém que o entregue pronto.
E quando o amor partir? Quando a fortuna mudar de mãos?
Quando o encanto inevitavelmente encontrar o tempo?
O que permanecerá?
Ah, se conhecêsseis a força que habita em vós! Essa força inquieta que cria, constrói, aprende, conquista e transforma.
Talvez então compreendêsseis que a verdadeira riqueza nunca esteve em encontrar alguém rico, mas em tornar-se alguém cuja existência possui valor por si mesma, acredite em ti! você consegue o mundo também!
Pois no fim, quando tudo o que é externo se desfizer, restará apenas uma pergunta:
Quem vos tornastes enquanto passáveis a vida tentando pertencer a alguém?
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Autor:
Sara Stefanie (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de junho de 2026 19:27
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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