Ao entardecer, os relógios de dali marcavam às 17:15 quando sua presença que sustentava a vitrola caiu.
A ausência.
Horas, dias, meses.
O tempo travou, o passo diminuiu, o disco vai desafinado. As agulhas cegas, arranham o vinil, arranham meu ser.
O ponteiro parou num instante em que sua ausência insiste em me atravessar. Quero vomitar sua presença que um dia já foi real, que hoje não passa de uma memória idealizada.
A ausência: um disco em branco em que apenas o ruído do enjoo consegue tocar.
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Autor:
Lorry (
Offline) - Publicado: 1 de junho de 2026 12:03
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
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