Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.
Saiba que vamos nos ver,
Pendido para controlar,
Nem espere resolver,
O quanto tem para se doar!
Seria perfeito, inexpressivo,
Porque era de se esperar,
Elementos do mundo vivo,
Tentar nos devorar...
Faça mais sentido,
Sentir por fazer,
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...
Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...
Escute o que deixamos de ser,
Libertos deste pensamento,
Destruídos ao amanhecer,
Quando surgiu o tempo!
Esqueça o que vai ouvir,
Pedindo ao caos,
Vai põe o passo a seguir,
E fugir dos seres maus!
Será imperfeito e expressivo,
Porque foi tanto aguardado,
O começo do brilho vivo,
Antes pelas trevas, devorado.
Faça mais sentido,
Sentir por fazer,
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...
Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...
Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.
Faça mais sentido,
Inexpressivo...
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...
Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...
Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.
Faça mais sentido,
Sentir por Fazer.
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...
Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...
Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.
-
Autor:
alexonrm (
Offline) - Publicado: 30 de maio de 2026 12:01
- Categoria: Humor
- Visualizações: 1
- Em coleções: Essas Viraram Músicas.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.