alexonrm

PELA CRÍTICA

Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.


Saiba que vamos nos ver,
Pendido para controlar,
Nem espere resolver,
O quanto tem para se doar!


Seria perfeito, inexpressivo,
Porque era de se esperar,
Elementos do mundo vivo,
Tentar nos devorar...


Faça mais sentido,
Sentir por fazer,
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...


Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...


Escute o que deixamos de ser,
Libertos deste pensamento,
Destruídos ao amanhecer,
Quando surgiu o tempo!


Esqueça o que vai ouvir,
Pedindo ao caos,
Vai põe o passo a seguir,
E fugir dos seres maus!


Será imperfeito e expressivo,
Porque foi tanto aguardado,
O começo do brilho vivo,
Antes pelas trevas, devorado.


Faça mais sentido,
Sentir por fazer,
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...


Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...


Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.


Faça mais sentido,
Inexpressivo...
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...


Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...


Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.


Faça mais sentido,
Sentir por Fazer.
Fazer e sentir,
Sentido por refazer...


Pois se vou reconstruir o mundo,
Nessa bagunça que arrumamos,
Tornado breves versos profundos,
E sem sair do lugar ficamos...


Olhe, o que somos agora,
Presos em nossa consciência,
Forjados da memória...
De um algo sem presença.