As pessoas que eu amo
Me mostram o caminho
Me veem calado
Brincam com palavras
Me alegram cantando
E não me deixam sozinho.
As pessoas que eu amo
Me chamam de filho
Amigo, querido
Boêmio vadio
Me aguardam por horas
Mas não me deixam sozinho.
As pessoas que eu amo
Me deixam contente
Canto em versos e estrofes
Subo até um palanque
Defendo com unhas
Ao ranger dos meus dentes.
As pessoas que eu amo
Me lembram semente
Me firmam a flora
Me abraçam solenes
Cantam toda a hora
Cerveja gelada, um dia quente.
As pessoas que eu amo
Eu amo bastante.
-
Autor:
Paivão (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de maio de 2026 20:33
- Comentário do autor sobre o poema: Um devaneio sobre um verso de um cantante que já partiu há algum tempo
- Categoria: Amizade
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.