Um

Diógenes Fabricius

Olhei para o horizonte.

Todo o coração queria entender.

Um pássaro mergulhou nas cores,

Algum mistério que desconheço.

 

Olhei de novo, de coração.

Sem pretensão.

O pássaro foi para onde não se vê.

E me ocorreu:

O que está lá, está aqui.

O silêncio dos ciclos é música que me toca.

 

Olhar lá,

Olhar aqui.

É o mesmo enredo.

Perguntei então, quem és tu?

O mesmo que tu, Mistério.

Somos um.

  • Autor: Diógenes Fabricius (Offline Offline)
  • Publicado: 25 de maio de 2026 23:16
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6


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