Ao esvoaçar da brisa nos campos
E aos campos onde rolavam as bolas
Aos corações que já doeram tanto
E se entregaram ao prazer do agora.
Ao agora que se perdeu enquanto
Nos preocupamos tanto estar lá fora
À prisão que nos abraçou em prantos
Enquanto à alegria nos negou a honra.
À honra de uma vida menos satisfeita
E ao conformismo do sentimento de dó
Ao ver o próprio corpo nas trincheiras.
Ao amor que ardeu e transformou em pó
E ao suor que todo foi jogado na lixeira
À maldita e infinita liberdade inteira, e só.
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Autor:
C4torze (
Offline) - Publicado: 12 de maio de 2026 20:44
- Comentário do autor sobre o poema: Soneto sem intenção de ter as métricas rígidas de um soneto.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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