Nervos adiafóricos, meu verme!
Arbitrários, cruentes e doentes
são às tetricidades confidentes:
As neurais conexões fazem-me inerme...
No microscópio vejo um germe,
Objetos de fados tão decentes
Da sua consciência são Incientes...
Meu psiquismo, para que me inferme?
Anômala existência da "cri(a)ção",
Sinapses conscientes não é norma
Mas a quem a sustenta é um grilhão.
Neural emaranhado que deforma,
Me corrói em mental putrefação;
Verme que se expande em vil forma...
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Autor:
Lobosiqueira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 9 de maio de 2026 13:21
- Categoria: Natureza
- Visualizações: 3
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
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