Vem com a fleuma quase exata
E o rogo mais humano!
Enfrentando um mundo diferente e especial
Vem como Bruce Lee
Pelas ruas inventadas,
E longe do mal!
Não existem passageiros iguais
No trem cheio de estrelas concentradas
Nem todas são idiotas
No universo de hipócritas
Vem com as marcas mesmo
Nesse cronômetro acelerado
Sabe, por terra também há perigo!
Há quem ainda pegue a estrada do circo
De horrores para o acampamento das dores
A quem insiste melhor nessa prática
Há uma crença de que cada um deva
Fornecer a dose diária ao outro de salvação,
Para eliminar sua cativa tristeza!
O palhaço da cambalhota
E nessa hora, também o seu
Pulso, o pulso
Pulsa, pulsa
O palhaço, a tristeza, repulsa
Façamos o mesmo...
Em viver.
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Autor:
CORASSIS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de maio de 2026 12:05
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Davi Jardim

Offline)
Comentários2
Melancolia em boa dose para ser uma letra. Um bom violão e teríamos um rock de primeira. Gostei!!! Beijos ao mestre poeta.
Daria uma bela música de rock! Na voz de Renato Russo.. ia ficar show!
Uma ode à felicidade! Parabéns!
Gratidão por ler, comentar e favoritar.
Abraço.
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