O vazio do peito furou minha alma; a sombra da árvore cobriu o céu.
Os pássaros já não cantam tão poeticamente como antes. A que fim levaram as escolhas dos homens?
O tempo passa e não posso impedir. A chuva chega, e chega forte; o som da água desperta em mim o que é meu.
A chuva passou e o sol ainda não veio. Quero que tudo passe rápido, mas não quero nada ligeiro.
Quero ainda ver o sol, ouvir os pássaros e ter a certeza de que estão todos bem...
Que o sino badale oito vezes e, na nona, eu desperte.
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Autor:
Ediberto S. Silva (
Offline) - Publicado: 29 de abril de 2026 14:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Pietro Guilherme Piazera

Offline)
Comentários1
Magnífico poema, abraços.
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