Diga-me quanto vale o ouro do seu relógio,
Diga-me quanto vale a prata do seu cordão,
Pois, para mim, nada vale o seu bom coração.
Diga-me quais são suas propriedades,
Diga-me quantas cifras há em sua conta bancária,
Pois, para mim, nada vale a sua mão sempre solidária.
Diga-me o quanto a riqueza lhe confere status,
Diga-me o quanto a fortuna lhe atribui vaidade,
Pois, para mim, nada vale a sua humildade.
Eu me autodenomino Ser Humano.
Mas, para mim, o ser significa ter.
Com quem não tem, sou desumano.
Talvez eu ainda não tenha percebido:
Sou mais "Ser" do que "Humano".
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Autor:
Luizinho Joahima (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de abril de 2026 11:53
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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