O meu cadáver caminha pelas ruas
Como se ainda vivo...
E apesar dos cheiros e das vozes,
E apesar de movimento e cores
(Como se fossem apenas minhas flores...),
O meu cadáver já não sente as dores
Das certezas perdidas,
Das ilusões deprimidas...
O meu cadáver sabe muito mais que eu:
Não é a morte a dor...
Ë a vida!
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Autor:
G. Mirabeau (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de abril de 2026 19:12
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
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