Como se ainda vivo...
E apesar dos cheiros e das vozes,
E apesar de movimento e cores
(Como se fossem apenas minhas flores...),
O meu cadáver já não sente as dores
Das certezas perdidas,
Das ilusões deprimidas...
O meu cadáver sabe muito mais que eu:
Não é a morte a dor...
Ë a vida!