O vinho, presente de Deus
Seu gosto tão divino
Atemporal
Fuga sem limites
Astronauta sem nave espacial
Vinho primo etílico
Bebida para realçar toda a psique
O mundo está triste
Eu não vou entristecer!
Não limitei meu bem-querer
Há estrelas demais para não perceber
Há muito tempo anoitece
Mas logo vai amanhecer
Um dia menino, outro dia
Nem quer ver
A encomenda mais óbvia
Chegou!
E relutamos em não receber
O vinho é para depois
De abandonarmos o ninho
Ensina novas lições
Em sermos felizes
Bem antes, muito antes
De morrer.
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Autor:
CORASSIS (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de abril de 2026 12:19
- Comentário do autor sobre o poema: Imagem de David Clode por Pixabay
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Maria Ventania

Offline)
Comentários1
Voar para longe dos problemas... (mas com moderação), porque não??? Gostei dessa tua poesia honesta e bem escrita!!! Beijos ao mestre querido.
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