Parafraseando o grande poeta Chorão:
“Eu não sei fazer poesia… mas que se foda.”
Eu amei cada detalhe seu:
Seu maxilar quadradinho, o olhar cínico, o sorriso meio adolescente, meio malicioso e o fato de ainda usar aparelho.
Eu amei o jeito que você me olhava, me tocava, me tarava, como me comia no meu carro e até mesmo quando só dirigia.
Eu amei o fato de que, quando eu estava com você, parecia que só a gente existia, mesmo quando a gente estava conversando na rua e todo mundo nos via.
Eu amei quando a gente dividiu um chaveiro, todas as vezes que dormimos de conchinha e todos os lanches na birosquinha.
Eu amei o tanto que eu ri, toda a sua alegria, muito mais a sua energia.
Eu amei tanto você que te guardei numa caixinha e fiz de você um segredo por medo da maldade alheia destruir o que a gente tinha.
Eu amei tanto você que, quando você foi embora, pensei que fosse enlouquecer e, mesmo assim, foi impossível te odiar; só consegui te desejar tudo de melhor que eu tinha.
Eu amei tanto você, simplesmente por você ser você, e mesmo seguindo em frente, nunca consegui te esquecer.
Eu amei mais ainda escrever esse poema cafona, que me ajudou a perceber que, apesar de não ter te esquecido, só faltava expor tudo isso pra me libertar dessa saudade que às vezes bate de você.
— Fragmentos de Mim
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Autor:
Carolinda (
Offline) - Publicado: 16 de abril de 2026 18:30
- Comentário do autor sobre o poema: Uma história de amor que por muito tempo sufoquei.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 1

Offline)
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