No tabuleiro da vida, sangra o chão,
máscaras frias velam a razão.
Infância e dúvida em colisão,
sonhos afogados na ambição.
Pés descalços, correm por querer,
num jogo cruel, sem obedecer.
Quem mente mais pra sobreviver?
Num mundo onde até amar é se perder.
O verde dos trajes não traz esperança,
só gritos calados na última dança.
Corações partem, sem lembrança,
no teatro cruel de fria vingança.
Mas...será que um gesto pode quebrar,
o ciclo onde o ouro insiste em mandar?
Talvez a morte, a nos chamar,
seja a ilusão que o jogo quer mostrar.
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Autor:
Lux tenebris (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de abril de 2026 20:53
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema foi profundamente inspirado na série *Round 6*, que me fez refletir sobre até onde o ser humano pode ir quando é colocado no limite. Ao escrevê-lo, senti um misto de angústia, tensão e tristeza… como se cada verso carregasse o peso das escolhas difíceis e da perda da inocência. Também surgiu uma inquietação: será que, mesmo em meio ao caos, ainda existe espaço para humanidade? ??\r\n
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 0

Offline)
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