#Ecos da Essência
Claudio Gia, Macau RN, 13/04/2026
Entre o Peixe, o Cajado e o Berço No berço primevo, onde a vida se aninha,
Profunda e secreta, a lanhe se desenha.
Não mera carne, mas portal que se avizinha,
À fonte de tudo, onde a essência empenha.Qual alanha que desliza em águas profundas,
O ser se move, em silêncio, em vastidão.
Sabedoria ancestral, em ondas e em mundos,
Revela o mistério da pura criação.E o pau, que pulsa, semente de um novo alvorecer,
Não só desejo, mas impulso que fecunda.
É a força que se ergue, o ímpeto de ser,
Em cada gesto, a vida que se inunda.Mas há outro pau, o cajado que sustenta,
Guia e memória, em tempos que se vão.
Símbolo de poder, a voz que nos orienta,
Herança de saberes, em cada geração.Assim, entre o berço, o peixe e o cajado,
A vida se tece, em ciclos sem fim.
Corpo e espírito, em um só legado,
A essência humana, do início ao porvir.
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Autor:
Claudio Gia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de abril de 2026 09:48
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Comentários1
Simplesmente amei o seu poema!
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