DUALIDADES DA VIDA

Fábio Alves Leão

Entre luz e sombra, a vida dança,

Dualidades entrelaçadas, em constante balanço.

O riso e a lágrima, como notas de uma canção,

Compondo a melodia da nossa existência, em profusão.

 

Noite e dia, como amantes separados,

Buscam-se nas margens do tempo, apaixonados.

Alegria e tristeza, como marés que se alternam,

Esculpidas na alma, como versos que se eternizam.

 

O amor e o desapego, como fios de um tear,

Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.

Esperança e desespero, como estações que mudam,

Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.

 

Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,

Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.

E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,

Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica. 

 

 

  • Autor: Brendon Leão (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 13 de abril de 2026 06:52
  • Categoria: Reflexão
  • Visualizações: 16
  • Usuários favoritos deste poema: Lauraa
Comentários +

Comentários1

  • Lauraa

    Que poema! Adorei a sua forma de escrever, tem uma identidade, uma coisa que é muito simbólica, admirável!
    Eu realmente aprecio o poema em sua totalidade, mas essa parte me deixou muito intrigada, dá gosto só de ler!
    "O amor e o desapego, como fios de um tear,

    Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.

    Esperança e desespero, como estações que mudam,

    Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.



    Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,

    Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.

    E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,

    Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica. "

    Meus sinceros parabéns, desejo-lhe sucesso para tal talento!

    Um cheiro,
    Lhidria.



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