Entre luz e sombra, a vida dança,
Dualidades entrelaçadas, em constante balanço.
O riso e a lágrima, como notas de uma canção,
Compondo a melodia da nossa existência, em profusão.
Noite e dia, como amantes separados,
Buscam-se nas margens do tempo, apaixonados.
Alegria e tristeza, como marés que se alternam,
Esculpidas na alma, como versos que se eternizam.
O amor e o desapego, como fios de um tear,
Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.
Esperança e desespero, como estações que mudam,
Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.
Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,
Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.
E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,
Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica.
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Autor:
Brendon Leão (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de abril de 2026 06:52
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 16
- Usuários favoritos deste poema: Lauraa

Offline)
Comentários1
Que poema! Adorei a sua forma de escrever, tem uma identidade, uma coisa que é muito simbólica, admirável!
Eu realmente aprecio o poema em sua totalidade, mas essa parte me deixou muito intrigada, dá gosto só de ler!
"O amor e o desapego, como fios de um tear,
Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.
Esperança e desespero, como estações que mudam,
Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.
Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,
Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.
E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,
Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica. "
Meus sinceros parabéns, desejo-lhe sucesso para tal talento!
Um cheiro,
Lhidria.
Muito obrigado!
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