Fábio Brendon

DUALIDADES DA VIDA

Entre luz e sombra, a vida dança,

Dualidades entrelaçadas, em constante balanço.

O riso e a lágrima, como notas de uma canção,

Compondo a melodia da nossa existência, em profusão.

 

Noite e dia, como amantes separados,

Buscam-se nas margens do tempo, apaixonados.

Alegria e tristeza, como marés que se alternam,

Esculpidas na alma, como versos que se eternizam.

 

O amor e o desapego, como fios de um tear,

Tecem o tecido da vida, com paciência e cuidado.

Esperança e desespero, como estações que mudam,

Nos lembram que tudo é efêmero, mas também sagrado.

 

Dualidades, paradoxos, dançam em harmonia,

Como o sol e a lua, em sua dança cósmica.

E nós, meros espectadores, aprendemos a equilibrar,

Cada passo nesse intricado baile, com graça e mágica.