O Sol brilha forte, dono do dia,
mas guarda em si doce melancolia.
Sonha com a Lua, distante no céu,
Num amor calado, puro e fiel.
A Lua reluz em prata e saudade,
Vaga sozinha na imensidade.
Sabe que o Sol jamais vai tocar,
mas vive por ele a iluminar.
Num raro encontro, tudo silencia,
o céu se curva em pura harmonia.
Sol e a Lua, num breve enlance,
mostram que o amor também vive na face.
Mesmos distantes, brilham com ardor,
e o mundo gira em torno do amor.
Pois quando é real, mesmo sem união,
o amor persiste no coração.
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Autor:
Lux tenebris (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de abril de 2026 19:41
- Comentário do autor sobre o poema: Eu escrevi esse poema sentindo um amor profundo, daqueles que nem sempre podem acontecer da forma que a gente deseja, mas que ainda assim são reais ??? Enquanto escrevia, senti uma mistura de saudade, admiração e uma certa aceitação… como se eu entendesse que nem todo amor precisa de presença para existir. É um sentimento silencioso, calmo, mas muito intenso — quase como amar à distância, em segredo. Também coloquei um pouco de encanto nele, porque acredito que o amor vai além do toque ou do encontro. Mesmo sem estar junto, ele continua vivo dentro de mim, iluminando tudo de um jeito bonito ? No fundo, eu escrevi pensando que o amor verdadeiro não precisa necessariamente de união para ser forte… ele simplesmente permanece no coração.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 8

Offline)
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