A eternidade guardada dentro de uma alma,
pintando, aos poucos, o que sobrou da vida,
manchando e destacando as unhas de vermelho,
enaltecendo e, ao mesmo tempo, reprimindo, a pele ao redor do cabelo.
Controlando e brincando,
com a sede que nenhum vinho satisfaz,
beijando vivos,
enquanto ela mesma putrefaz,
recebendo através do outro
a visita indesejada,
e então seguindo,
sem mais ter um destino,
pois apenas o que é vivo…
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Autor:
carolinacorreiaz (
Offline) - Publicado: 12 de abril de 2026 15:01
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Drica
- Em coleções: criaturas.

Offline)
Comentários1
ADOREI! Lindo! rs Tenho alguns poemas de vampiro.
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