Por ela, o meu silêncio era oração,
Mesmo quando o desprezo era a resposta.
Guardei o amor na palma da mão,.
Pedi ao Céu o seu sucesso, o seu brilhar,
Que a carreira fosse estrada de ascensão.
Anos se passaram sem ela me olhar,
Mas eu seguia com o joelho no chão.
Porém, o calendário marcou o fim do luto,
Neste dez de abril, senti o fardo leve.
O amor que era plantio, hoje é fruto:
A paz que o meu cansaço enfim recebe.
A luta foi intensa, o espírito cansou,
Orar por quem nos fere é travessia.
Mas Deus ouviu o que a alma entregou,
E agora o meu descanso inicia.
Agradeço por tudo o que vivi e orei,
E hoje, finalmente, me retirei.
-
Autor:
Mara (
Offline) - Publicado: 12 de abril de 2026 03:48
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.