ERA NOITE CERRADA
era noite cerrada
de repente um desconhecido surgiu do nada
espreitava-me por entre a folhagem
comecei a perder a coragem
era um velho de barba bigode e boné
assustei-me mas não arredei pé
o homem era-me estranhamente familiar
estremeci tentei-me acalmar
disse-lhe boa noite e ficou fixamente a olhar
não me respondeu...
aproximei-me...
era eu!
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Autor:
Arthur Santos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de abril de 2026 14:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 40

Offline)
Comentários1
Passamos por tantas fases, por tantas coisas, que muitas vezes nem nos reconhecemos, algumas vezes melhores, outras vezes nem tanto, mas somos nós ali, seguindo adiante.
Abraços poeta!
É mesmo isso cara poetisa Patty. Abraço poético.
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