ERA NOITE CERRADA
era noite cerrada
de repente um desconhecido surgiu do nada
espreitava-me por entre a folhagem
comecei a perder a coragem
era um velho de barba bigode e boné
assustei-me mas não arredei pé
o homem era-me estranhamente familiar
estremeci tentei-me acalmar
disse-lhe boa noite e ficou fixamente a olhar
não me respondeu...
aproximei-me...
era eu!