Há vezes em que escrevo
Poemas com um ritmo ligeiro,
E, descontente, os reescrevo
Num incômodo passageiro.
Mas, distanciar-me não me atrevo
Dos gestos simples que conheço,
Pois neles há a confiança no encontro
De um impulso para o recomeço.
Depois, vou-me a divagar num literário confronto,
Companheiro da correnteza de rimas e sinônimos,
Desbravando as belezas entre o trágico e o cômico.
Até, por fim, aportar numa ilha de inúmeros porquês,
Que refinam os versos, ou os deixam absortos,
Para que eu volte a duvidar deles uma última vez.
-
Autor:
Ziul (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de abril de 2026 10:37
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.