Bebemos um pouco, o álcool subiu rápido!
A conversa foi curta, porém definitiva.
Ela partiu!
Junto com o último gole de vinho…
Lembranças recentes de um “quase amor” …
Fardos tirados de um amor solitário,
a noite parecia não ter um fim
Ao quão ridículos chegamos quando a embriagues fala mais alto?
O que foi dito jamais poderá ser esquecido,
Se ela ao menos fosse sincera…
Ela partiu!
E consigo levou o incomodo, a culpa e o arrependimento.
Estará ela fardada a uma vida medíocre sem amor?
Se ao menos se amasse…
Até onde se pode chegar?
Tudo porque não consegue aguentar a solitude.
A sarjeta parece tão confortável agora…
Parece sempre faltar alguma coisa, nada nunca a completa.
Vai sempre atrás de migalhas de amor?
Mais uma história não terminada escrita no seu caderno de fracassos:
“Querido diário, amor 35… não foi desta vez, quem sabe na próxima…”
Um cigarro cairia bem agora!
Hum! Mas eu não fumo.
Isso me lembra Charles Bukowski.
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Autor:
J.Coutinho (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 7 de abril de 2026 11:07
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2
- Em coleções: Querido diário.

Offline)
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