Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
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Li nos teus olhos por todos esses anos
Que juntos estivemos tão longe e perto
Tu eras meu oásis, às vezes, só deserto,
Universo de areias nos meus desenganos!
Li nos teus olhos em doces devaneios
A erguer-se exausto imenso castelo...
Tu foste da inspiração o verso mais belo!
Um mar de saudades, de dores e anseios...
Tu leste nos meus olhos tristes rasos d’água,
O pranto que inunda os sonhos da minh’Alma,
São vertentes a se perpetuar dentro de mim;
Se acaso me ouvires distante a chamar-te,
São juras contidas em mim por amar-te...
Se já não me escutas, por que sofro assim?
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Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de abril de 2026 19:16
- Comentário do autor sobre o poema: Mais um dos sonetos Antigos da minha coleção.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Lauraa
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
Comentários1
Seu poema é um grande bálsamo de um coração amante! Muito profundo e digno de reconhecimento!
Venho acompanhando seus poemas há um tempo, e cada partícula minha tem a total certeza que é maravilhoso!
A parte que mais me tocou foi: "Tu leste nos meus olhos tristes rasos d’água,
O pranto que inunda os sonhos da minh’Alma,
São vertentes a se perpetuar dentro de mim;"
Considero tu, grande mestra poetisa, uma verdadeira inspiração!
Um cheiro!
Lhidria.
Laura, Meu Boa noite!
Muito obrigada por sua atenção, carinho e comentários.
Aprecio também bastante os seus textos, parabéns!
Um grande abraço, Vilma Oliveira
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