Dia qualquer.
Sol da manhã,
banco de praça.
Sol da manhã,
banco de praça.
Duas araras
cruzavam o céu azul.
Acima, uma multidão
em cruzeiro, num avião.
cruzavam o céu azul.
Acima, uma multidão
em cruzeiro, num avião.
No chão, eu.
Na praça, uma criança
segurava um balão,
brincando, sonhando
em ir além das nuvens.
segurava um balão,
brincando, sonhando
em ir além das nuvens.
“Ir à lua”, dizia ela,
“para cumprir uma grande missão...”
“para cumprir uma grande missão...”
Perguntei: posso ir?
Ela sorriu —
mas me disse: não.
mas me disse: não.
Sorri e insisti.
Ela riu:
“Já tá lotado, tio.
Vai ter que ir de avião.”
“Já tá lotado, tio.
Vai ter que ir de avião.”
Agitou a propulsão —
e lá se foi,
para a MISSÃO BALÃO...
e lá se foi,
para a MISSÃO BALÃO...
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de abril de 2026 18:25
- Categoria: Fantástico
- Visualizações: 1
- Em coleções: Urbano.

Offline)
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