Sinvaldo de Souza Gino

Pregado na Cruz

Eis que lá na cruz tu estás,
Sem luz, sem calor, sem paz,
O peso da cruz, o peso do mal,
Teu corpo ferido, teu coração leal.

A dor e o sofrimento, a solidão,
A injustiça e a crueldade, a traição,
Mas ainda assim, tu não te calas,
Teu amor e tua misericórdia, não falas.

Eis que lá na cruz tu estás,
Um sacrifício, um amor sem igual,
Por nós, por mim, por todos,
Teu sangue derramado, teu amor revelado.

Oh, Senhor, que dor, que amor,
Que sacrifício, que glória,
Eis que lá na cruz tu estás,
E em ti, eu encontro a paz.