Ah, teus belos olhos castanhos…
ainda me enfeitiçam, me dominam,
como um feitiço que o tempo não desfaz.
Eu os admirava tanto,
e no silêncio de agora… ainda admiro.
O sentimento não partiu,
só se escondeu no fundo do peito.
Enfraquecido, quase ausente,
mas ainda vivo,
mesmo que em suspiro.
Você me enganou…
e eu, sem saber ser pouco,
te amei profundamente.
Fui refúgio pras tuas carências,
enquanto você era ausência em mim,
e ainda assim, eu te amei,
de verdade.
Porque entre as tuas mentiras
e tudo que você nunca foi,
em mim só havia uma coisa:
sinceridade.
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Autor:
Pietro G. Piazera (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de abril de 2026 07:31
- Comentário do autor sobre o poema: Poema não postado do dia 19/01/26.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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