Querida posteridade, ouça-me atentamente
Nesta carta que escrevo com a tinta do tempo
Sou um viajante efêmero, um sonhador carente
Deixo estas palavras como um eco no vento
Nas asas do passado, envio-te o meu pensamento
Como uma garrafa lançada ao mar da eternidade
Que esta mensagem alcance teus olhos neste momento
E te revele a essência da minha breve humanidade
Na aurora dos dias, quando o sol ainda brilhar
Lembra-te dos risos e lágrimas que compartilhamos
Das histórias entrelaçadas, das almas a dançar
Dos amores que floresceram e dos sonhos que criamos
Aqui, nesta folha de papel envelhecido pelo tempo
Deixo traços de minha existência, fragmentos de vida
Espero que tu, leitor distante, sintas o meu lamento
Que sopra através desta simples carta, suave e atrevida
Não sei se serás humano ou máquina, se terás coração
Mas desejo que compreendas a minha busca incessante
Pela verdade, pela beleza, pelas memórias e emoção
Pela esperança que me moveu nesta jornada constante
Guarda esta carta como um tesouro escondido
Desvenda seus segredos quando a noite for profunda
E saibas que em cada linha escrita com amor e sentido
Há um pedaço de mim, um eco de minha alma que te inunda
Assim, querida posteridade, receba este presente
Uma carta simples e sincera deste viajante aflito
Que ela te inspire a olhar para o céu e seguir em frente
Pois a vida é efêmera, mas o teu sonho é infinito.
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Autor:
Brendon Leão (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de abril de 2026 07:27
- Categoria: Carta
- Visualizações: 1

Offline)
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