Eu arruinado diante da lástima que me faz prisioneiro
Agora aguçado encontro-me preso à carvões
Eu estou dizendo: olha, estou aqui!
Não importa se você não olhe meus sentimentos e emoções
Eu as tenho comigo como quem rasga um papel
E nesse frenesi minha alma faz sexo com tua pele em sonhos
Eu digo novamente: olha, estou aqui novamente
E, teu balbucio lança tua jovialidade ao ponto de me fazer vibrar
Como serpente, em um ângulo sagrado, o fogo sagrado para quem se rasteja
Agora, ela diz: você não tem resposta, mas sei tudo sobre sua vida, a não ser
Se houver algo que não reveles
Tudo depende de como lidamos com o tempo, que é como a serpente ou como o fogo
Não vou te dizer nunca mais Adeus
A fim de não perder-te mais uma vez
Minhas ilusões não são catálogos científicos
São mais reais
Tem essa opção para hoje
Ah, às vezes do teu lado eu sinto como àquele graçom
Que tudo observa sem consumir nada
Quem sabe teu umbigo molhado
Toque-me nesta noite enjaulada
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Autor:
Ronald Pinho1 (
Offline) - Publicado: 1 de abril de 2026 15:39
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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