Sacerdotisa da noite, sou uma amaldiçoada
Uma maldita, uma mulher antiquada
Sou apaixonada por vampiros de terno
Divirto em enterros e rituais
Acho tão sensuais
E amo uma cinta-liga preta
Não tomo sol, pois sou tímida
Não resisto às más pessoas
As más companhias
Sou uma boneca branca de carne
Mas não fico arranhada, não fico magoada
Não sei chorar, simplesmente não consigo
Não faz parte da minha fisiologia, da minha anatomia
Mas sei fumar e posso me vingar.
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Autor:
Drica (
Offline) - Publicado: 31 de março de 2026 23:14
- Categoria: Gótico
- Visualizações: 46
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos
- Em coleções: Gótico/Vampiros.

Offline)
Comentários4
Vampira fofa!
Obrigada por ler! 🙂
Bem verdadeiro, mas seja pescadora de homens e mulheres. Bom dia poetisa.
Obrigada por ler! 🙂
Gostei dos elementos visuais!
Abraços
Obrigada por ler! 🙂
Legal seu elogio.
Gostei da atmosfera escura e sedutora que criaste, convidando-nos a refletir sobre os diferentes aspectos da identidade e as fascinações que podem existir no nosso lado mais sombrio... parabéns pelo belo poema!
Muito obrigada! Obrigada por ler! 😉
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