Sacerdotisa da noite, sou uma amaldiçoada
Uma maldita, uma mulher antiquada
Sou apaixonada por vampiros de terno
Divirto em enterros e rituais
Acho tão sensuais
E amo uma cinta-liga preta
Não tomo sol, pois sou tímida
Não resisto às más pessoas
As más companhias
Sou uma boneca branca de carne
Mas não fico arranhada, não fico magoada
Não sei chorar, simplesmente não consigo
Não faz parte da minha fisiologia, da minha anatomia
Mas sei fumar e posso me vingar.