Aviso de ausência de TerezaMe
YES
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Em vidros densos, sonhos se guardaram,
Anseios vivos, de sentir profundo,
Que aos lábios vêm, momentos que selaram
O gosto doce, o néctar mais fecundo.
A língua sente o sumo que se espalha,
A fruta entrega o mel de grão dourado,
Qual fome antiga que jamais se acalma,
Um beijo dado, um desejo saciado.
Como a abelha no favo que se renova,
A força brota em cera reluzente,
A vida pulsa, a sede se comprova.
E o sabor fica, forte e persistente,
Um véu carmesim que a alma então desdobra,
No instante breve, intenso e eloquente.
Autoria: Ltslima
Reeditando.
12.07.2.020
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Autor:
TerezaMe (
Offline) - Publicado: 29 de março de 2026 12:25
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos, 𝙿𝚘𝚎𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊

Offline)
Comentários2
Este poema tem magia.
Teu poema trouxe a tona memórias tão belas quanto ele em si, obrigada =D
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