Não sei, só sei que foi assim,
O português que nos pariu,
Com a língua de Camões,
E o coração de um povo,
E a alma de um Brasil.
A língua é um rio,
Que flui com o tempo,
Leva consigo as palavras,
E os significados que mudam,
E a história que se escreve.
O português é um idioma,
Que nos une e nos divide,
Com suas gírias e expressões,
E seus segredos que só,
Os brasileiros entendem.
A cultura é um mosaico,
Que se forma com o tempo,
Com pedaços de África,
E Europa e América,
E um pouco de tudo.
Não sei, só sei que foi assim.
Um Brasil que me pariu,
Com a força de um povo,
E a beleza de um país,
E a alma de um coração.
A história é um labirinto,
Que se desenrola no tempo,
Com seus heróis e vilões,
E seus momentos de glória,
E de luta e de dor.
O Manual de Sobrevivência,
De Ângela Dutra de Menezes,
É um convite a descobrir,
A história do português,
E do Brasil, um país.
A língua é um instrumento,
Que nos permite sonhar,
Com um mundo melhor,
E uma vida mais justa,
E um Brasil mais feliz.
Não sei, só sei que foi assim,
O português que nos pariu,
Com a língua de Camões,
E o coração de um povo,
E a alma de um Brasil.
A cultura é um tesouro,
Que se guarda com carinho,
E se compartilha com o mundo,
E se enriquece com o tempo,
E se torna uma herança.
E assim, eu termino este poema,
Com a certeza de que,
A vida é um mistério,
E que não sabemos nada,
E que tudo é um \"Não sei, só sei que foi assim\".