Graal e a Taberna

ondavida amar

Havia um Graal, pleno e maior, no topo da montanha. Que bom seria! E depois? Planícies, lagos, peixes e pássaros… o céu, velado de sempre. Mas os ventos chegaram e o cálice tombou, fazendo-se em estilhaços. Lá embaixo, a noite: uma taberna de balcão reto, os braços pousados. Uma taça de vinho, subtraída de um trago. Ai, que bom seria!

  • Autor: ondavida amar (Offline Offline)
  • Publicado: 27 de março de 2026 08:10
  • Comentário do autor sobre o poema: Entre o que sonhamos ser e o que o vento nos deixa ser, resta o trago presente.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6
Comentários +

Comentários1

  • Rosangela Rodrigues de Oliveira

    Lindo parabéns poeta. Bom dia.

    • ondavida amar

      Obrigado, é bom saber que alguém do outro lado do oceano cultiva e saboreia, as mesma palavras, a mesma língua....



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