Havia um Graal, pleno e maior, no topo da montanha. Que bom seria! E depois? Planícies, lagos, peixes e pássaros… o céu, velado de sempre. Mas os ventos chegaram e o cálice tombou, fazendo-se em estilhaços. Lá embaixo, a noite: uma taberna de balcão reto, os braços pousados. Uma taça de vinho, subtraída de um trago. Ai, que bom seria!