Julgamentos no silêncio.
Medem.
Contam.
Antes do gesto, pesam.
Na densidade dos olhares,
mentes fatiam.
O subconsciente alheio
condena, sem tribunal.
Corte seco.
Não há controle.
O externo não toca.
Fazes do passo, travessia.
Do medo, origem.
Que julguem.
O ruído é deles.
O espaço, não.
Será teu próprio juiz.
Sentença —
Quer.
Pode.
Faz.
E no fim, as vozes cessam,
restará apenas o teu veredito:
Viver.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 26 de março de 2026 08:57
- Comentário do autor sobre o poema: Os julgamentos são de todas as formas, diante de ti ou no silêncio, até mesmo no subconsciente das pessoas, é impossível controlar, procure fazer o melhor pelo seu bem estar e tente não se abalar. Deixe os demais julgarem, mas seja você o seu Juiz, o responsável pelo veredito final... sua vida.
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 2

Offline)
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