Julgamentos no silêncio.
Medem.
Contam.
Antes do gesto, pesam.
Na densidade dos olhares,
mentes fatiam.
O subconsciente alheio
condena, sem tribunal.
Corte seco.
Não há controle.
O externo não toca.
Fazes do passo, travessia.
Do medo, origem.
Que julguem.
O ruído é deles.
O espaço, não.
Será teu próprio juiz.
Sentença —
Quer.
Pode.
Faz.
E no fim, as vozes cessam,
restará apenas o teu veredito:
Viver.