Sei ler.
Talvez que interpretar,
não tanto.
Talvez não te leia o pranto –
as lágrimas, o choro…
quanto
não terei sabido interpretar.
E queria ter mais qualquer coisa
para dizer,
que não fosse sempre –
e apenas –
este falar em palavras escrito.
Para que também tu
o interpretasses
mesmo sem o ter lido –
ainda que ainda,
que mal dizido –
o embargo na voz…
Este meu choro
por dentro corrido.
Que em letras não foi escrito
Mas que só assim –
melhor que eu –
O soubesses interpretar
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Autor:
Francisco Ribeiro (
Offline) - Publicado: 24 de março de 2026 08:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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