O silêncio do nada grita alto.
No meu canto, inspiro.
Na alma desenterro memórias
que o vento levou.
Do nada surge uma lágrima solta,
inunda o rosto abatido.
Só o leste solavanca, forçando o passo.
O nada sugere silêncio e tremor.
De tudo surge o nada, sem pressa.
Lá se foi o silêncio —
meu canto.
Imagno Velar
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Autor:
Imagno Velar (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de março de 2026 02:58
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8

Offline)
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