Demasiado humano

ondavida amar

Foi assim —  
portas entreabertas,  
um olhar que busca.  
Esmagado sob o vislumbre,  
além das muralhas umbilicais.  
Entre pedras e lajes,  
arrasto alçapões.  
Nas masmorras, a penumbra;  
nos beirais, o olhar semicerrado — a luz.
Serão castelos de areia?  
“Não… nada assim.”  
Demasiado desumano —  
e eu, sentinela?  
Pedaços, mineral…  
demasiado humano.

  • Autor: ondavida amar (Offline Offline)
  • Publicado: 18 de março de 2026 08:54
  • Comentário do autor sobre o poema: Tudo será apenas um castelo de areia…
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 4


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.