Foi assim —
portas entreabertas,
um olhar que busca.
Esmagado sob o vislumbre,
além das muralhas umbilicais.
Entre pedras e lajes,
arrasto alçapões.
Nas masmorras, a penumbra;
nos beirais, o olhar semicerrado — a luz.
Serão castelos de areia?
“Não… nada assim.”
Demasiado desumano —
e eu, sentinela?
Pedaços, mineral…
demasiado humano.