Em vales de rotina, a alma se contém,
Limitando o passo, sem saber quem.
Mas um anseio acorda, uma sede sem fim,
Por ver além do muro, do "sempre foi assim".
Limitando o passo, sem saber quem.
Mas um anseio acorda, uma sede sem fim,
Por ver além do muro, do "sempre foi assim".
No silêncio dos livros, abro portas, portais,
À voz dos antigos, dos sábios e imortais.
Em cada leitura, um mapa a guiar,
Desvenda segredos, ensina a pensar.
À voz dos antigos, dos sábios e imortais.
Em cada leitura, um mapa a guiar,
Desvenda segredos, ensina a pensar.
A mente se expande, questiona e reflete,
Desfaz o que é falso, o que antes se aceita.
Novas perspectivas, um vasto saber,
Faz a essência humana mais forte crescer.
Desfaz o que é falso, o que antes se aceita.
Novas perspectivas, um vasto saber,
Faz a essência humana mais forte crescer.
E quando o saber parece transbordar,
Busco a quietude, o tempo e o lugar.
Na brisa que passa, na vastidão do mar,
A alma se acalma, aprende a sonhar.
Busco a quietude, o tempo e o lugar.
Na brisa que passa, na vastidão do mar,
A alma se acalma, aprende a sonhar.
O verde da mata, o azul do horizonte,
Refletem em mim uma nova fonte.
Conecta-me à terra, ao sopro da vida,
Cura as feridas, a mente partida.
Refletem em mim uma nova fonte.
Conecta-me à terra, ao sopro da vida,
Cura as feridas, a mente partida.
Assim, entre o pensar e o sentir profundo,
Reconstruo meu ser, reinvento meu mundo.
Expandindo horizontes, sem nunca parar,
No voo da mente e no chão do meu lar.
Reconstruo meu ser, reinvento meu mundo.
Expandindo horizontes, sem nunca parar,
No voo da mente e no chão do meu lar.
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Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 16 de março de 2026 12:33
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
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