No silêncio onde a alma respira,
nascem palavras que não pedi.
São pedaços de mim que se libertam
quando o coração decide falar por si.
Escrevo não por costume,
mas porque a vida me ensinou
que há sentimentos demasiado grandes
para caberem apenas dentro de quem sou.
Cada verso é uma memória,
um eco do que vivi,
caminhos feitos de sonhos,
marcas do tempo em mim.
Há dias feitos de silêncio,
outros de emoção a transbordar,
e a poesia surge assim —
como a alma a tentar respirar.
Não escrevo para parecer,
escrevo para sentir.
Porque dentro de cada palavra
há um pedaço de mim por descobrir.
E se alguém, ao ler estes versos,
sentir algo dentro de si despertar,
talvez seja a prova mais simples
de que a alma também sabe falar.
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Autor:
MAISA NALAPE (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de março de 2026 06:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos
- Em coleções: Maisa Nalape.

Offline)
Comentários3
Parabéns! Que o seu ‘lado poético ‘ seja sempre fértil para nós brindar com belos poemas.
Muito obrigado pelo carinho! Fico feliz que os poemas cheguem até si dessa forma. Que a poesia continue a unir-nos e a inspirar bons momentos...
Belo poema e sim eu SINTO a tua poesia!
Agradeço de coração! É maravilhoso saber que minha poesia chegou até si.
SERGIO NEVES - "...e se alguém, ao ler estes versos, sentir algo dentro de si despertar...",...pois é, menina...,...eu li...,...e fizeste-me, sim, com que fosse-me desperto um belo sentimento de satisfação pela poesia...,...o seu lado poético é pura sensibilidade! /// Meu carinho.
Muito obrigado pelas suas palavras tão gentis! Fico feliz que os versos tenham despertado algo bonito em ti. A poesia é mesmo isso: tocar a sensibilidade e criar pequenos momentos de prazer e reflexão. Gratidão
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