No centro,
eu — não um protagonista,
um pivô.
Um observador que também apanha,
que também rasga,
que também aprende.
Três forças à minha volta,
cada uma à sua maneira:
uma que leva,
uma que dobra,
uma que olha fundo
e não tolera brechas.
Entre eles e eu,
um pacto silencioso:
a dor ensina,
a queda afina,
o choque revela.
E no meio do tumulto,
permaneço.
Solto,
sozinho,
inteiro.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 11 de março de 2026 08:31
- Comentário do autor sobre o poema: Aprender em meio ao confronto com aquelas três pessoas foi visto um todo gigante, essa é uma das muitas forma de se ver caindo e moldar a si e a realidade, com suas dependência ao acaso, apenas vendo a realidade da forma como é, sem ruídos, plena.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
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