No centro,
eu — não um protagonista,
um pivô.
Um observador que também apanha,
que também rasga,
que também aprende.
Três forças à minha volta,
cada uma à sua maneira:
uma que leva,
uma que dobra,
uma que olha fundo
e não tolera brechas.
Entre eles e eu,
um pacto silencioso:
a dor ensina,
a queda afina,
o choque revela.
E no meio do tumulto,
permaneço.
Solto,
sozinho,
inteiro.