Sou poemas queimados,
esquecidos e jamais lembrados.
Sou as estrelas no céu,
ansiando para que notem meu brilho.
Sou as árvores verdes,
acompanhadas do vento fresco.
Sou uma alma livre que busca explorar;
não me submeterei a ficar estagnada,
muito menos obedecerei aos mundanos.
Sou a água que cai das cachoeiras,
de absoluta pulcritude.
Esquecida aos vivos,
mas lembrada aos mortos.
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Autor:
mrsbze (
Offline) - Publicado: 9 de março de 2026 14:34
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9
- Usuários favoritos deste poema: Lírios na Tempestade, Arthur Santos

Offline)
Comentários1
à pergunta Quem sou eu... eu respondo: É POETA!
Este poema é a prova disso!
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