Sou poemas queimados,
esquecidos e jamais lembrados.
Sou as estrelas no céu,
ansiando para que notem meu brilho.
Sou as árvores verdes,
acompanhadas do vento fresco.
Sou uma alma livre que busca explorar;
não me submeterei a ficar estagnada,
muito menos obedecerei aos mundanos.
Sou a água que cai das cachoeiras,
de absoluta pulcritude.
Esquecida aos vivos,
mas lembrada aos mortos.